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Orquestra Jazz de Matosinhos & Manel Cruz

O "Jazz na Real Vinícola" está de volta Durante os meses de Junho e Julho, a OJM apresenta quatro concertos gratuitos

Orquestra Jazz de Matosinhos & Manel Cruz

𝗢𝗝𝗠 & 𝗠𝗮𝗻𝗲𝗹 𝗖𝗿𝘂𝘇, 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟮 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗻𝗵𝗼.

Ao vivo vão ser recordadas músicas dos Ornatos Violeta, Foge Foge Bandido e Supernada, que ganharam novos arranjos, mas também um standard do Jazz reinventado: “Off Minor – Conversas do Meu Corpo”, música de Thelonious Monk, com letra de Manel Cruz e arranjo de Carlos Azevedo.

As pulseiras estão disponíveis na Câmara de Matosinhos, nos três dias que antecedem cada concerto, entre as 9h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h30. No dia do concerto, a entrada na Real Vinícola tem de ser feita até meia hora antes do início dos concertos.
 
Todos os concertos se realizam às 18h00, na zona exterior da Real Vinícola, sempre que as condições meteorológicas o permitam. O acesso é livre, mediante a lotação do espaço e de acordo com as regras da DGS
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𝗩𝗶𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗮𝗼 𝗝𝗮𝘇𝘇 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂ê𝘀: 𝗖𝗼𝗺𝗽𝗼𝘀𝗶𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀” , 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟬 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗻𝗵𝗼.
Um concerto onde a OJM recupera aquele que tem sido o seu mais valioso contributo para o legado do Jazz ao longo dos anos: o estímulo à criação de originais para big band. Um extenso repertório de grande qualidade que conta com temas da autoria de Bernardo Sassetti, Paulo Perfeito, Paulo Gomes, Daniel Bernardes, António Torres, Pedro Moreira, Marco Barroso e Nelson Cascais.
 
𝗢𝗝𝗠 & 𝗠á𝗿𝗶𝗼 𝗟𝗮𝗴𝗶𝗻𝗵𝗮, 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟳 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗻𝗵𝗼.
Este encontro com um dos mais notáveis pianistas e compositores de Portugal será a grande estreia deste ciclo de concertos na Real Vinícola. Recorde-se que Mário Laginha já tinha composto duas peças para a OJM – “A Segunda Gaveta a Contar de Cima” e “Matosinhos” – e tocado com a big band num ciclo de concertos dedicado ao jazz português, mas nunca num programa exclusivamente composto e arranjado por si.
 
 𝗗𝗶𝗮 𝟯 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗹𝗵𝗼 é 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗱𝗲 𝗹𝗲𝘃𝗮𝗿 𝗮 𝗽𝗮𝗹𝗰𝗼 “𝗝𝗮𝘇𝘇 𝗶𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝗦𝗽𝗮𝗰𝗲 𝗔𝗴𝗲”.
O disco seminal e histórico de George Russell, editado pela Decca em 1960, e que nunca tinha sido tocado ao vivo, além do momento da sua gravação. Perante a ausência de partituras, a OJM convidou Telmo Marques para transcrever os arranjos e o resultado foi registado, em formato digital, pela OJM que contou com os pianistas João Paulo Esteves da Silva e José Diogo Martins, duas gerações diferentes do Jazz português.

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