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Fonoteca Municipal do Porto

Abre em setembro a fonoteca municipal do porto

Com uma coleção de 35 mil discos de vinil, a Fonoteca Municipal de Vinil da Câmara do Porto está concluída e tem inauguração marcada para finais de setembro. O complexo, integrado na Plataforma Campanhã será um espaço dedicado à apreciação musical e à indústria da música e do audiovisual.

Fotos de Filipa Brito

O acervo do arquivo sonoro municipal, integrado no projeto, é composto por uma coleção de 35 mil fonogramas em formato de vinil, que resulta de duas doações feitas ao município pela RDP e pela Rádio Renascença, no ano de 2008.
 
Segundo Guilherme Blanc, este pretende ser um “espaço de apreciação musical” e de “fruição deste património” que, em breve, “fará parte de um projeto público de apreciação e de fruição musical”, onde “as pessoas podem vir, conhecer, aprender música e o património musical português e internacional”.
 
O projeto municipal encontra-se inserido na Plataforma Campanhã que tem a sua génese nos estúdios de gravação Arda Recorders, empresa criada a partir dos Estúdios Sá da Bandeira e que ganha agora novos contornos com a conclusão deste projeto apresentado à autarquia em 2017.
 
A Fonoteca Municipal encontra-se assim inserida num complexo que dispõe de apoio de estúdios de gravação e de pós-produção de áudio que, segundo João Brandão, da Arda Recorders, dá-lhes a possibilidade de “conseguir digitalizar, restaurar ou preservar melhor certos fonogramas que serão provavelmente únicos” e que se encontram no acervo do município.
 
Veja a reportagem à Porto.:

Além do acervo municipal de discos de vinil e dos estúdios de gravação, o complexo dispõe ainda de câmara de eco, espaços para realização de voz off, finalizações musicais, restauro de suportes (como fitas magnéticas e outros), zonas de lazer, valências pedagógicas e ainda escritórios de várias empresas de setores ligados à música que ali se vão instalar.

 

A história do vinil

Na década de 40, as principais editoras americanas – a Columbia Records e a Victor RCA – começaram a trabalhar em novos formatos para o disco, que pudessem ter maior capacidade de gravação e melhor qualidade de som, nomeadamente com um novo material plástico à base de vinil que levaria à utilização do nome que usamos agora.

Em 1948, a Columbia introduziu o formato LP (long play) com a velocidade de 33 e 1/3 rotações por minuto, um diâmetro de 12 polegadas, que conseguia albergar 45min de som entre os dois lados do disco, o que era uma incrível melhoria comparado com os discos de goma-laca. Esta melhoria deu origem à era dos álbuns, onde os músicos podiam tocar por quanto tempo quisessem e ordenar as músicas como quisessem, levando a que este formato se tornasse bastante popular.

Em 1949, a Victor RCA introduziu o EP (extended play), um disco com 45 rotações por minuto, diâmetro de 7 polegadas, que ofereciam 15 minutos de som entre os dois lados. Apesar de não ter a capacidade do LP, tornou-se o formato standard para um single que continuou a ser um formato popular apesar da invenção do álbum. Assim, nos anos seguintes, o vinil foi o formato dominador para grande parte dos artistas e bandas que hoje são tidos como referências da música.

Curiosidades acerca do Vinil

• O material vinil começou a ser usado para produzir os discos porque a goma-laca que era anteriormente utilizada na sua produção, foi necessária para produzir diferentes ferramentas essenciais para a 2º Guerra Mundial, tendo por isso de ser substituída.

• Golden Records, são dois discos vinil a bordo do Voyager 1 e do Voyager 2 que já se encontram a 20 mil milhões de quilómetros de distância da Terra e que incluem seleções musicais de diferentes culturas e eras, para que “aliens” possam conhecer.

• Qual o disco vinil mais caro de sempre? Pertence aos Wu-Tang Clan e ao seu álbum Once Upon a Time in Shaolin, cuja única cópia existente no mundo inteiro foi comprada por Martin Shkreli por 2 milhões de dólares, agora condenado e que viu o disco ser confiscado pelas autoridades americanas.

• Dados demonstram que o vinil poderá ultrapassar os CDs em vendas num futuro próximo. Nos EUA, em 2018, enquanto as vendas de CDs desceram 42%, as de vinil cresceram 12%.

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