
O Museu como Performance – 11.ª Edição
O Museu como Performance regressa a Serralves — 11.ª edição celebra a experimentação e as fronteiras entre arte, corpo e som
O Museu de Serralves volta a transformar-se num espaço vivo e imprevisível com a 11.ª edição de “O Museu como Performance”, nos dias 18 e 19 de outubro de 2025. Este programa anual propõe uma ocupação temporária e incomum dos espaços museológicos, desafiando a perceção do público e as fronteiras entre performance, artes visuais, dança e música.
📅 Datas: 18 e 19 de outubro de 2025
📍 Local: Museu de Serralves, Porto
🎟️ Acesso: mediante bilhete Serralves
💸 Descontos:
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25% de desconto na compra de bilhetes para os dois dias
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Cumulativo com descontos habituais (Estudantes e >65 anos)
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Entrada gratuita para Amigos de Serralves
🌐 Um museu em movimento
“O Museu como Performance” é um intervalo disruptivo na programação habitual do Museu de Serralves. Durante um fim de semana, galerias, garagem e biblioteca tornam-se palco de ações performativas e sonoras, transformando o espaço museológico num território de experimentação e diálogo.
Esta edição reflete sobre o papel do espectador e sobre temas urgentes do presente — identidade, diferença, património e memória — questionando ao mesmo tempo o futuro num contexto de incerteza global.
🎨 Artistas participantes
GUI B.B / HARALD BEHARIE / MERCHE BLASCO / ANGELA GOH / PEDRO MAGALHÃES + ENSEMBLE DECADENTE / NOUR MOBARAK / CARLOS M. OLIVEIRA / DANIA SHIHAB / SOCIETAT DOCTOR ALONSO / ANDREAS TROBOLLOWITSCH / TIRAN WILLEMSE & MELIKA NGOMBE KOLONGO (NKISI)
Cada um destes criadores traz uma abordagem singular ao corpo, ao som e ao espaço, propondo novas formas de escuta, atenção e presença.
Entre os destaques, a artista sonora Merche Blasco apresenta Fauna, uma performance de improvisação ao vivo onde instrumentos criados pela própria artista revelam ressonâncias eletromagnéticas invisíveis, num diálogo entre corpo, tecnologia e natureza.
✨ Nesta 11.ª edição, Serralves convida o público a entrar no museu de outra forma — não apenas como observador, mas como participante ativo de um ecossistema artístico em transformação.
“Uma invasão provisória (mas memorável) de linguagens a descodificar, expressas no movimento, em adereços nada acessórios e, nesta edição em particular, em sons e vozes. Venha juntar os seus.”


