
EMPREGOS MODERNOS – Teatro Meia Volta
Sinopse
O conceito de trabalho é um dos mais estruturantes na forma como nos organizamos enquanto coletivo. Condiciona como, onde e com quem passamos a maior parte do nosso tempo, determina a nossa condição social, modela os nossos valores. O trabalho alavanca as economias, produz riqueza, atribui consideração social, mas, transformado ele próprio em mercadoria, é também o centro de tensões e desigualdades sociais. Empregos Modernos pretende problematizar o conceito de trabalho e as formas contemporâneas que assume, as quais determinam condições materiais de existência, posicionamento e mobilidade sociais e relações de poder específicas e distintas entre cidadãos. Um coro de trabalhadores – reminiscência do coro brechtiano – dá corpo ao texto de Chris Thorpe, um lindíssimo exercício poético que constrói um retrato frágil e denso da nossa contemporaneidade. A aparentemente imparável e muitas vezes desajustada máquina económica gera externalidades que apenas se percecionam através do discurso pessoal e íntimo de cada um.
Ficha Artística
Direção artística – Alfredo Martins Texto – Chris Thorpe Tradução – Joana Frazão Criac¸a~o e interpretac¸a~o – Anabela Almeida, Cla´udia Gaiolas, Duarte Guimara~es e Sara Duarte Desenho de luz – Joana Ma´rio Mu´sica e desenho de som – Joa~o Bento Figurinos – Ainhoa Vidal Cenografia – F. Ribeiro Produção executiva – Daniela Rosado Design gráfico – Luís Cepa Produc¸a~o – teatro meia volta e depois a` esquerda quando eu disser Coprodução – Festival de Teatro do Seixal, Teatro Viriato, São Luiz Teatro Municipal, Teatro-Cine de Pombal, Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery
Apoio – Polo Cultural Gaivotas Boavista, Avenidas – Um teatro em cada bairro

