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Tempos Cruzados

Tempos Cruzados – Gaia

Tempos Cruzados é um festival multidisciplinar organizado em parceria por várias entidades: a Direcção-Geral do Património Cultural, o Museu Nacional Soares dos Reis e os Municípios de Caminha, de Chaves e de Vila Nova de Gaia.

Programa Tempos Cruzados Gaia:

Sal, 16 de novembro, às 21h30, no Auditório Municipal de Gaia;

Cuca Roseta, 24 de novembro, às 21h30, no Auditório Municipal de Gaia;

Os sonhos de Tom, 25 de novembro, às 11h00 e às 15h00, no Auditório do Olival (evento destinado à comunidade escolar);

@C., 1 de dezembro, às 17h00, no Espaço Corpus Christi;

Baile dos Candeeiros, 3 de dezembro, às 18h00, no Cais de Gaia;

Intranzyt Cia., 10 de dezembro, às 11h00 e às 15h00, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia.
Sal é o resultado de uma história de luta pela afirmação de uma identidade musical única que está prestes a poder ser descoberta pelo público. Encontraram-se em Diabo na Cruz e, durante mais de dez anos, foram responsáveis por boa parte da sonoridade da banda, bem como pela energia única das suas míticas apresentações ao vivo.

Os sonhos de Tom, 25 de novembro, às 11h00 e às 15h00, no Auditório do Olival (evento destinado à comunidade escolar);

@C., 1 de dezembro, às 17h00, no Espaço Corpus Christi;

Baile dos Candeeiros, 3 de dezembro, às 18h00, no Cais de Gaia;
Intranzyt Cia., 10 de dezembro, às 11h00 e às 15h00, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia.
Sal é o resultado de uma história de luta pela afirmação de uma identidade musical única que está prestes a poder ser descoberta pelo público. Encontraram-se em Diabo na Cruz e, durante mais de dez anos, foram responsáveis por boa parte da sonoridade da banda, bem como pela energia única das suas míticas apresentações ao vivo.

@C., 1 de dezembro, às 17h00, no Espaço Corpus Christi;

Baile dos Candeeiros, 3 de dezembro, às 18h00, no Cais de Gaia;
Intranzyt Cia., 10 de dezembro, às 11h00 e às 15h00, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia.
Sal é o resultado de uma história de luta pela afirmação de uma identidade musical única que está prestes a poder ser descoberta pelo público. Encontraram-se em Diabo na Cruz e, durante mais de dez anos, foram responsáveis por boa parte da sonoridade da banda, bem como pela energia única das suas míticas apresentações ao vivo.

Baile dos Candeeiros, 3 de dezembro, às 18h00, no Cais de Gaia;

Intranzyt Cia., 10 de dezembro, às 11h00 e às 15h00, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia.
Sal é o resultado de uma história de luta pela afirmação de uma identidade musical única que está prestes a poder ser descoberta pelo público. Encontraram-se em Diabo na Cruz e, durante mais de dez anos, foram responsáveis por boa parte da sonoridade da banda, bem como pela energia única das suas míticas apresentações ao vivo.

Baile dos Candeeiros, 3 de dezembro, às 18h00, no Cais de Gaia;

Intranzyt Cia., 10 de dezembro, às 11h00 e às 15h00, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia.

À bateria do João Pinheiro, à voz e à braguesa do Sérgio Pires, ao baixo do João Gil e às guitarras do Daniel Mestre com um passado comum ligado aos extintos Diabo na Cruz, juntam-se os teclados do Vicente Santos. O primeiro disco da banda que será lançado este ano revela um som poderoso e transporta as identidades dos seus elementos. É uma banda Rock ou Pop-Rock que explora as raízes da nossa Música Tradicional e Popular, procurando um encontro maior com um lado mais eletrónico e atual. SAL está aí mesmo a chegar e é para consumir todo, até ao fim, em doses generosas e sem qualquer espécie de moderação.

Cuca Roseta é uma das mais aclamadas e reconhecidas vozes da atualidade do Fado. Com sete discos editados, grande parte deles com assinatura de premiados produtores mundiais, tem tido uma carreira de múltiplos sucessos e de grande reconhecimento do público. O talento de Cuca Roseta tem levado a fadista a atuar nos mais prestigiados palcos nacionais, tendo mostrado a sua voz em mais de 40 países espalhados pelo mundo. No último ano, em plena pandemia, Cuca Roseta teve a coragem de editar dois discos, um deles de homenagem a Amália Rodrigues (‘Amália por Cuca Roseta’) e outro, o mais

recente ‘Meu’, um trabalho em que assume a totalidade da escrita e composição de todos os temas. O ‘Meu’ de Cuca Roseta é um disco que a fadista quer que seja de todos, feito exclusivamente a pensar na cumplicidade e partilha que tem com o seu público, que tantas alegrias e emoções lhe tem dado.Cuca Roseta é única no seu canto e tem uma brilhante e notável forma de cantar, que nos faz suster a respiração e ficar presos às cadeiras, levando-nos numa viagem ao interior da alma. E Cuca Roseta é tudo isso: uma surpreendente, oportuna e deslumbrante voz de fado no seu estado mais puro.

recente ‘Meu’, um trabalho em que assume a totalidade da escrita e composição de todos os temas. O ‘Meu’ de Cuca Roseta é um disco que a fadista quer que seja de todos, feito exclusivamente a pensar na cumplicidade e partilha que tem com o seu público, que tantas alegrias e emoções lhe tem dado.

Cuca Roseta é única no seu canto e tem uma brilhante e notável forma de cantar, que nos faz suster a respiração e ficar presos às cadeiras, levando-nos numa viagem ao interior da alma. E Cuca Roseta é tudo isso: uma surpreendente, oportuna e deslumbrante voz de fado no seu estado mais puro.

Tom Sawyer é uma combinação das características de três rapazes que Mark Twain conheceu. Surge assim uma personagem multifacetada, um miúdo aventureiro, destemido, com uma imaginação fértil que constrói caminhos imaginários e o levam a aventuras entre pedras, árvores, rios, grutas, sempre com os seus amigos Huck e Becky.

Na nossa história, Tom tem já 50 anos mas continua igual. Ou melhor. A idade deu-lhe experiência e com ela foi desenvolvida a sua imaginação. Tom sonha constantemente e sonha com as loucuras da infância, envoltas numa memória difusa, onde desenvolve novas aventuras com a mesma intensidade. Se queres conhecer algumas das novas peripécias do Tom e dos seus amigos, tens de vir espreitar os seus sonhos connosco.

Pedro Tudela e Miguel Carvalhais colaboram desde 2000 no projeto @c, desenvolvendo performances, composições, e instalações sonoras. Em 2003, estes professores na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto fundaram a Crónica, editora de música experimental e arte sonora que desde então gerem.

Na sua prática de composição e performance musical, exploram um vasto território em que os computadores são utilizados não

só como instrumentos e ferramentas para a produção musical, mas também como agentes e parceiros criativos.

As suas performances são espaços de encontro com máquinas lógicas, de onde a música emerge. Neste concerto, que será apresentado no Espaço Corpus Christi, serão exploradas intersecções com os trabalhos de Jorge Pinheiro, atualmente em exposição, e com as suas abordagens compositivas baseadas em padrões, modulações, ritmo e serialidade, estratégias também recorrentes no trabalho de Tudela e Carvalhais.

A Intranzyt Cia. elaborou para o Projeto Tempos Cruzados um programa onde são apresentadas obras de três criadores com metodologias artísticas e estéticas distintas, mas convergentes no entendimento sobre a pertinência do objeto coreográfico, no discurso e pensamento contemporâneo a partilhar com o público.”Inner calling” é o resultado de vários meses de trabalho onde Fábio Lopez, Ayano Tatekawa e Miguel Esteves, criaram três discursos coreográficos sobre a procura de um local a que possamos chamar “Lar”, mas também sobre solidariedade, a compaixão, a empatia, a confiança, o fim ou a procura do significado de “fim”, assim como de recomeços. Fábio Lopez, Ayano Tatekawa e Miguel Esteves apresentam respetivamente: “Molto Sostenuto”, “Falling in horizontal” e “Supernova”.
Na época da ditadura, em Portugal, organizar convívios e encontros era um ato suspeito e perigoso, por isso, tudo devia ser feito de uma forma subtil e camuflada. Originalmente criado na Foz do Douro, no Porto, o Baile dos Cinco Candeeiros original seguia esta dinâmica.Os homens que iam para a tropa ou para a guerra colonial pretendiam despedir-se das suas famílias e, para isso, organizavam este encontro. Num ambiente intimista e, ao som de música de baile, celebrava-se a despedida e alimentava-se a esperança de um regresso futuro. Este baile era o local de encontro, de amores, de danças e de aventuras.Com este trabalho, a companhia RADAR 360º quer reforçar o ato criativo no universo das artes de rua, apostando numa intervenção não convencional, com fortes contornos plásticos e características multidisciplinares. Explora o conceito de instalação e associa a composição coreográfica de movimento dos corpos no espaço, à luz como cenário visual vivo.
Mais informações através do e-mail [email protected]

A Intranzyt Cia. elaborou para o Projeto Tempos Cruzados um programa onde são apresentadas obras de três criadores com metodologias artísticas e estéticas distintas, mas convergentes no entendimento sobre a pertinência do objeto coreográfico, no discurso e pensamento contemporâneo a partilhar com o público.

“Inner calling” é o resultado de vários meses de trabalho onde Fábio Lopez, Ayano Tatekawa e Miguel Esteves, criaram três discursos coreográficos sobre a procura de um local a que possamos chamar “Lar”, mas também sobre solidariedade, a compaixão, a empatia, a confiança, o fim ou a procura do significado de “fim”, assim como de recomeços. Fábio Lopez, Ayano Tatekawa e Miguel Esteves apresentam respetivamente: “Molto Sostenuto”, “Falling in horizontal” e “Supernova”.

Na época da ditadura, em Portugal, organizar convívios e encontros era um ato suspeito e perigoso, por isso, tudo devia ser feito de uma forma subtil e camuflada. Originalmente criado na Foz do Douro, no Porto, o Baile dos Cinco Candeeiros original seguia esta dinâmica.

Os homens que iam para a tropa ou para a guerra colonial pretendiam despedir-se das suas famílias e, para isso, organizavam este encontro. Num ambiente intimista e, ao som de música de baile, celebrava-se a despedida e alimentava-se a esperança de um regresso futuro. Este baile era o local de encontro, de amores, de danças e de aventuras.

Com este trabalho, a companhia RADAR 360º quer reforçar o ato criativo no universo das artes de rua, apostando numa intervenção não convencional, com fortes contornos plásticos e características multidisciplinares. Explora o conceito de instalação e associa a composição coreográfica de movimento dos corpos no espaço, à luz como cenário visual vivo.

Fonte: http://www.cm-gaia.pt/pt/eventos/tempos-cruzados/

Data

16 Nov 2022
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Localização

Vários Locais
Porto
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