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Sábado O livro Sábado - Aprendizagens no cruzamento entre arte, educação e cidadania reúne um conjunto de textos que têm como ponto de partida o projeto Sete Anos Sete Escolas. Contando com vários contributos, proporciona ao leitor cruzamentos múltiplos de temas como a relação entre tempo e aprendizagem, o papel do Estado na educação, a busca de uma crescente igualdade de oportunidades no acesso à educação ou a procura de caminhos que permitam projetar futuros mais democráticos e integradores da arte e da cultura na educação. — Cláudia Dias Domingo A coleção de fotos de Gabriel Orlando é um álbum que reproduz o movimento do projeto Sete Anos Sete Peças, reconstituindo cenas e bastidores de cada uma das peças realizadas desde 2016. A sua navegação é feita com recurso a um glossário particular que, encadeando termos e conceitos, ajuda a decifrar o mistério do que aconteceu outrora. Como suplemento, cinco conversas moderadas por Catarina Pires e Raquel Lima, tidas em cinco noites, após cada espetáculo. Domingo é o último livro da coleção Sete Anos Sete Livros — uma coedição Teatro Nacional D. Maria II, Alkantara e Teatro Municipal do Porto. — Cláudia Dias Cláudia Dias (Lisboa, 1972) formou-se em dança na Academia Almadense, na Companhia de Dança de Lisboa e no Forum Dança. Frequentou o mestrado em artes cénicas na Universidade Nova de Lisboa. Integrou o Grupo de Dança de Almada e o coletivo Ninho de Víboras. Colaborou com a RE.Al, tendo sido uma intérprete central na estratégia de criação de João Fiadeiro e no desenvolvimento, sistematização e transmissão da Técnica de Composição em Tempo Real. Leciona regularmente oficinas de Composição Coreográfica e de Composição em Tempo Real. Criou as peças One Woman Show, Visita Guiada, Das coisas nascem coisas, Vontade De Ter Vontade e Nem tudo o que dizemos tem de ser feito nem tudo o que fazemos tem de ser dito. Atualmente desenvolve o projeto Sete Anos Sete Peças. Karas. Licenciado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa. Fez a sua formação em Teatro com Yolanda Alves (Teatro de Papel), Etelvino Vázquéz (Teatro del Norte, Espanha), Theodoros Terzopoulos (Attis Theatre, Grécia), Fadhel Jaibi (Familia, Tunísia), Peter Stein (Schaubühne, Alemanha), Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), e Hajo Schüller (Familie Flötz, Alemanha); em Dança Contemporânea com Peter Michael Dietz, Howard Sonenklar, e Cláudia Dias e Josef Nadj. Foi dirigido por Yolanda Alves, Miguel Clara Vasconcelos, João Garcia Miguel, Michel Simonot (Théâtre de l’Archipel), Theodoros Terzopoulos, Paulo Filipe Monteiro (Novo Grupo/ Teatro Aberto), Maria João Garcia, entre outros. Fundou em 1996 o colectivo almadense Ninho de Víboras, onde exerce funções de encenador, ator e produtor. Desde 2016, colabora no projecto Sete Anos Sete Peças, de Cláudia Dias, nas vertentes de criação, itinerância, formação e edição, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa. Carlota Quintão. Porto. É membro fundador e dirigente da Associação A3S. A A3S é uma ONGD (Organização Não Governamental para o Desenvolvimento) dedicada à I&D constituída em 2006, como a missão de promover o empreendedorismo e a economia social, bem como todas as formas de organização coletiva da sociedade civil, em prol da construção de alternativas mais justas, participativas e inclusivas. Tem uma experiência profissional de mais de 20 anos como investigadora, consultora, avaliadora e formadora. O seu percurso é de especialização nas áreas da luta contra a pobreza, do empreendedorismo social, da qualificação das organizações da economia social e solidária e da inserção profissional de públicos vulneráveis. Desenvolveu estudos de doutoramento sobre as empresas de inserção em Portugal e tem vindo a publicar artigos sobre o tema. Experiência como avaliadora desde 1998 de diversos tipos de programas e projetos, cobrindo áreas tais como o emprego e formação, a promoção da igualdade de género, a educação para o desenvolvimento ou a inclusão social pelas práticas artísticas. Inês Nadais (Porto, 1976) é jornalista do PÚBLICO, dedicando particular atenção às áreas do teatro, da dança e das artes performativas em geral. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, passou por várias secções do jornal onde trabalha até à data (media, sociedade, local e cultura) e foi editora do Ípsilon, o suplemento semanal de artes e cultura do PÚBLICO, entre 2009 e 2015. Desde 2016, é editora da secção de Cultura. Jorge Louraço Figueira (Nazaré, 1973) escreveu as peças As Sete Vidas da Argila, À Espera de Beckett ou quaquaquaqua, Cassandra de Balaclava, Xmas qd Kiseres e O Espantalho Teso, entre outras. Fez a Oficina de Escrita Teatral de Antonio Mercado, no TNSJ; o Seminário Traverse Theatre, com Enda Walsh e John Tiffany, nos Artistas Unidos; a Residência Internacional do Royal Court Theatre; e o Seminário de Escrita Teatral de J. S. Sinisterra, no Teatro Nacional D. Maria II. Foi coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia da ESMAE, Porto; crítico de teatro do jornal Público; e dramaturgo residente no Teatrão, Coimbra. Entre outros ensaios, publicou Livro dos Exílios Reais e Imaginários, sobre o FITEI, e Verás que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias, de São Paulo. Fonte: http://www.teatromunicipaldoporto.pt/pt/programa/sete-anos-sete-livros-sabado-domingo/

Sete Anos Sete Livros – Sábado + Domingo

Sábado

O livro Sábado – Aprendizagens no cruzamento entre arte, educação e cidadania reúne um conjunto de textos que têm como ponto de partida o projeto Sete Anos Sete Escolas. Contando com vários contributos, proporciona ao leitor cruzamentos múltiplos de temas como a relação entre tempo e aprendizagem, o papel do Estado na educação, a busca de uma crescente igualdade de oportunidades no acesso à educação ou a procura de caminhos que permitam projetar futuros mais democráticos e integradores da arte e da cultura na educação. — Cláudia Dias

Domingo

A coleção de fotos de Gabriel Orlando é um álbum que reproduz o movimento do projeto Sete Anos Sete Peças, reconstituindo cenas e bastidores de cada uma das peças realizadas desde 2016. A sua navegação é feita com recurso a um glossário particular que, encadeando termos e conceitos, ajuda a decifrar o mistério do que aconteceu outrora. Como suplemento, cinco conversas moderadas por Catarina Pires e Raquel Lima, tidas em cinco noites, após cada espetáculo. Domingo é o último livro da coleção Sete Anos Sete Livros — uma coedição Teatro Nacional D. Maria II, Alkantara e Teatro Municipal do Porto. — Cláudia Dias

Cláudia Dias (Lisboa, 1972) formou-se em dança na Academia Almadense, na Companhia de Dança de Lisboa e no Forum Dança. Frequentou o mestrado em artes cénicas na Universidade Nova de Lisboa. Integrou o Grupo de Dança de Almada e o coletivo Ninho de Víboras. Colaborou com a RE.Al, tendo sido uma intérprete central na estratégia de criação de João Fiadeiro e no desenvolvimento, sistematização e transmissão da Técnica de Composição em Tempo Real. Leciona regularmente oficinas de Composição Coreográfica e de Composição em Tempo Real. Criou as peças One Woman Show, Visita Guiada, Das coisas nascem coisas, Vontade De Ter Vontade e Nem tudo o que dizemos tem de ser feito nem tudo o que fazemos tem de ser dito. Atualmente desenvolve o projeto Sete Anos Sete Peças.

Karas. Licenciado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa. Fez a sua formação em Teatro com Yolanda Alves (Teatro de Papel), Etelvino Vázquéz (Teatro del Norte, Espanha), Theodoros Terzopoulos (Attis Theatre, Grécia), Fadhel Jaibi (Familia, Tunísia), Peter Stein (Schaubühne, Alemanha), Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), e Hajo Schüller (Familie Flötz, Alemanha); em Dança Contemporânea com Peter Michael Dietz, Howard Sonenklar, e Cláudia Dias e Josef Nadj. Foi dirigido por Yolanda Alves, Miguel Clara Vasconcelos, João Garcia Miguel, Michel Simonot (Théâtre de l’Archipel), Theodoros Terzopoulos, Paulo Filipe Monteiro (Novo Grupo/ Teatro Aberto), Maria João Garcia, entre outros. Fundou em 1996 o colectivo almadense Ninho de Víboras, onde exerce funções de encenador, ator e produtor. Desde 2016, colabora no projecto Sete Anos Sete Peças, de Cláudia Dias, nas vertentes de criação, itinerância, formação e edição, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa.

Carlota Quintão. Porto. É membro fundador e dirigente da Associação A3S. A A3S é uma ONGD (Organização Não Governamental para o Desenvolvimento) dedicada à I&D constituída em 2006, como a missão de promover o empreendedorismo e a economia social, bem como todas as formas de organização coletiva da sociedade civil, em prol da construção de alternativas mais justas, participativas e inclusivas. Tem uma experiência profissional de mais de 20 anos como investigadora, consultora, avaliadora e formadora. O seu percurso é de especialização nas áreas da luta contra a pobreza, do empreendedorismo social, da qualificação das organizações da economia social e solidária e da inserção profissional de públicos vulneráveis. Desenvolveu estudos de doutoramento sobre as empresas de inserção em Portugal e tem vindo a publicar artigos sobre o tema. Experiência como avaliadora desde 1998 de diversos tipos de programas e projetos, cobrindo áreas tais como o emprego e formação, a promoção da igualdade de género, a educação para o desenvolvimento ou a inclusão social pelas práticas artísticas.

Inês Nadais (Porto, 1976) é jornalista do PÚBLICO, dedicando particular atenção às áreas do teatro, da dança e das artes performativas em geral. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, passou por várias secções do jornal onde trabalha até à data (media, sociedade, local e cultura) e foi editora do Ípsilon, o suplemento semanal de artes e cultura do PÚBLICO, entre 2009 e 2015. Desde 2016, é editora da secção de Cultura.

Jorge Louraço Figueira (Nazaré, 1973) escreveu as peças As Sete Vidas da Argila, À Espera de Beckett ou quaquaquaqua, Cassandra de Balaclava, Xmas qd Kiseres e O Espantalho Teso, entre outras. Fez a Oficina de Escrita Teatral de Antonio Mercado, no TNSJ; o Seminário Traverse Theatre, com Enda Walsh e John Tiffany, nos Artistas Unidos; a Residência Internacional do Royal Court Theatre; e o Seminário de Escrita Teatral de J. S. Sinisterra, no Teatro Nacional D. Maria II. Foi coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia da ESMAE, Porto; crítico de teatro do jornal Público; e dramaturgo residente no Teatrão, Coimbra. Entre outros ensaios, publicou Livro dos Exílios Reais e Imaginários, sobre o FITEI, e Verás que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias, de São Paulo.

Fonte: http://www.teatromunicipaldoporto.pt/pt/programa/sete-anos-sete-livros-sabado-domingo/

Data

19 Nov 2022
Expired!

Hora

17:00

Localização

Teatro Campo Alegre
Rua das Estrelas, 4150-762 Porto
Website
https://www.teatromunicipaldoporto.pt/pt/quem-somos/tm-campo-alegre/
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