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Palcos Instáveis Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Palcos Instáveis Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Catarina Campos & Melissa Sousa
BOWND

BOWND baseia-se na procura de movimento ligado ao universo de boundaries (limites do indivíduo). Own (do próprio), bond (ligação) e bound (limite e salto) são palavras-chave num caminho para a construção das fronteiras do ser humano e para uma consciência e expressão mais clara sobre quem somos e quem não somos, descoberta apenas na relação com o outro.
A humanização dos limites, além do movimento, como o som corporal, som contato, som vocal, som respirado, constrói um silêncio que se vai modificando, através de uma linguagem de dança urbana contemporânea que abraça os vocabulários de hip-hop e house, bem como o movimento enraizado em cada uma das intérpretes. – Catarina Campos & Melissa Sousa

Catarina Campos, em paralelo com a arquitetura, começou a dançar na All About Dance, fazendo posteriormente formação profissional em danças urbanas na academia de dança Flow, em Paris, na escola Juste Debout, em Paris, e na Instável, através da FAICC — Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica. É criadora do programa formativo Your Hip Hop de Dança e Identidade. É bailarina no laboratório coreográfico de Sandrine Lescourant e em Devices, de Philippe Almeida. Cocriadora e intérprete em FeridaTres pas sar Querencia. Intérprete em Expedição, de Mara Andrade e A Ideia de Europa, de Estrutura – integrados no projeto €UROTRA$H, do Ballet Contemporâneo do Norte, onde também assina como criadora e coreógrafa a peça Pelo Menos 77. Atualmente, colabora com Melissa Sousa na criação do projeto Casamãe, uma plataforma para a criação e investigação artística.

Melissa Sousa estudou interpretação em dança contemporânea na UNEARTE — Universidade Nacional Experimental das Artes, em Caracas, e danças urbanas na Peridance Capezio Center, em Nova Iorque. Como intérprete teve experiências profissionais com Sandrine Lescourant (Mufasa), Dana Foglia, Ladies of Hip Hop, escola Alvin Ailey e mais recentemente com três micropeças de Jorge Gonçalves, Joclécio Azevedo e Catarina Campos integradas no segmento ÁGORA de €UROTRA$H do Ballet Contemporâneo do Norte. É ainda coreógrafa de En el vacío, no âmbito do laboratório coreográfico da Instável, e fundadora e codiretora artística do festival de danças urbanas LOOP. Atualmente, colabora com Catarina Campos na criação do projeto Casamãe que alberga criações de índole artística.

Sara Santervás
Krakatoa

O dia em que a Terra berrou. Uma erupção de extrema violência arrasa sem piedade, deixando atrás dela um horizonte de instabilidade, fazendo tremer o chão debaixo dos pés. Um corpo é sacudido, submetido e devastado pela força implacável da natureza. Através do vigor, Krakatoa pretende oferecer uma janela pela qual olhar a viagem interior de uma experiência, a verdade íntima em carne viva de um corpo, na qual é explorada a face mais dolorosa de se sentir dominado pelo caos. — Sara Santervás

Sara Santervás (Úbeda, Espanha, 1994) estudou flamenco, escola bolera e dança espanhola. É formada em biomedicina pela Universidade de Sevilha e em genética e evolução humana pela Universidade de Granada. Trabalhou na área de mecanismos de reparação molecular do ADN. Estudou dança contemporânea no Conservatório Profissional de Dança Reina Sofía de Granada. Em 2018 chega à cidade do Porto, onde conhece Mafalda Deville. Trabalha como intérprete de dança com artistas internacionais — Mafalda Deville, Elisabeth Lambeck e Joan Jonas — e companhias locais — Esquiva – Companhia de Dança e Oficina Zero. Krakatoa é o seu primeiro trabalho como criadora e intérprete.

Laura Daelemans & Margarida Constantino
That’s so tapical

A nossa sociedade é construída em círculos. Ocasionalmente, quando nos atrevemos a escapulir do nosso círculo de conforto, somos confrontados com uma nova perspetiva da realidade. That’s so tapical é uma narrativa sobre a ficção e o indubitável, sobre a história que se conta e a que se abafa. É sobre opressão. É um “recreio” para o pensamento nas diferentes dimensões das nossas personagens, em contraste com a realidade que é verbalizada. É sobre a verdade. São as ideias que ridicularizamos na mente sob uma lupa, na matriz social. É o domínio do real sobre a quimera insana. É sobre a verbalização do absurdo que é humor e da tensão que é euforia. — Laura Daelemans & Margarida Constantino

Laura Daelemans é uma coreógrafa, intérprete e ilustradora, natural da Bélgica e residente nos Países Baixos. Começou a dançar aos treze anos e estudou no Kunsthumaniora for Contemporary Dance-Anturpia, na Bélgica, e na Universidade de Artes ArtEZ, em Arnhem, onde de licenciou em 2021. Como bailarina apresentou trabalhos de Roser López Espinosa, Anton Lachky, Katja Heitmann, Hélder Seabra e Eldad Bem-Sasson. Além dos seus estudos em dança contemporânea, pratica sapateado e frequentou aulas de teatro no departamento de teatro da ArtEZ. Daelemans dedica-se a criar peças no âmbito da comédia trágica. As suas peças mais recentes são Royal Oak para a companhia SALLY Dansgezelschap Maastricht, Total Eclipse no teatro De Nieuwe Oost e Tea Time em cocriação com Daniëlle Huyghe.

Margarida Constantino é uma coreógrafa e bailarina natural do Porto. É licenciada pela Universidade de Artes Artez, em Arnhem, com uma especialização em teoria e investigação artística pelo programa Honors. Começou o seu percurso nas artes na Academia de Música de Vilar do Paraíso e no Ginasiano, tendo passado também pela ESD — Escola Superior de Dança de Lisboa. Durante o seu percurso nos Países Baixos apresentou trabalhos de Marco Goecke, Elias Lazaridis -Sidi Larbi / Eastman Foundation, Trisha Brown com Eva Karzach, Roser Lopez Espinosa, Krisztina de Châtel, Eldad Ben-Sasson, entre outros. Trabalha atualmente como bailarina para Nicole Beutler Productions e como coreografa freelancer. No último ano apresentou várias peças, entre elas 21, uma performance para 3 bailarinos, no teatro Korzo, em Haia.

Desde a sua criação em 2012 que o ciclo Palcos Instáveis incentiva o trabalho de criadores emergentes da cidade do Porto e do Norte do país. Com a assinatura da Instável — Centro Coreográfico e a coprodução do Teatro Municipal do Porto, os Palcos Instáveis facilitam residências artísticas de criação, a produção, a comunicação e apresentação de novas obras, possibilitando o cruzamento de experiências artísticas e oferecendo à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes.

TMP ONLINE

NOVEMBRO

20/11 sáb 21:00 CAMPO ALEGRE Sala-Estúdio
18/12 sáb 17:00 TMP ONLINE

CAMPO ALEGRE & ONLINE

DANÇA
Instável — Centro Coreográfico
Preço 7€ (Campo Alegre) / 3.50€ (TMP Online)
Duração 45min + 30min + 20min
Classificação etária 6+
Condições TMP Online Visualização disponível 24h (entre as 17h00 de 18 de dezembro e as 23h59 de 19 de dezembro)
Catarina Campos & Melissa Sousa
BOWND

Coreografia e interpretação Catarina Campos, Melissa Sousa
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Instável

Sara Santervás
Krakatoa

Criação e interpretação Sara Santervás
Apoio dramatúrgico Mercedes Quijada, Elisabeth Lambeck
Edição de vídeo e fotografia Mercedes Quijada
Música Gil Delindro, Senyawa, asian traditional music

Laura Daelemans & Margarida Constantino
That’s so tapical

Direção artística e interpretação Margarida Constantino, Laura Daelemans
Apoio à residência Flor de Fango, Watapana Dance Company, ArtEZ University of the Arts

Data

20 Nov 2021
Expired!

Hora

21:00

Localização

Teatro Campo Alegre
Rua das Estrelas, 4150-762 Porto
Website
https://www.teatromunicipaldoporto.pt/pt/quem-somos/tm-campo-alegre/
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