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Contos das Quatro Estações, de Éric Rohmer, Teatro Campo Alegre

Contos das Quatro Estações de Éric Rohmer

Teatro Campo Alegre
31 de Março a 13 de Abril
ÉRIC ROHMER OU O GÉNIO DO MODERNO CINEMA FRANCÊS
Contos das Quatro Estações
A 31 de Março, e durante duas semanas, chega-nos um novo capítulo do programa ÉRIC ROHMER OU O GÉNIO DO MODERNO CINEMA FRANCÊS, agora com o ciclo “Contos das Quatro Estações”, em novas versões digitais restauradas, que o cineasta realizou nos anos 90. A ideia de fazer estes “Contos” veio-lhe quando assistia, na televisão, à representação da peça “O Conto de Inverno”, de Shakespeare, uma obra sobre o elogio do Tempo, que cura todos os males. Nestes quatro filmes, onde a presença “física” de cada estação do ano é muito mais marcada, e onde o acaso desempenha um papel determinante (um nome mal escrito, o desaparecimento de um colar…), há como que um “suspense suspenso”, que nos prende e nos deixa na dúvida, numa incerteza partilhada entre espectador e personagem. E tal como Rohmer, “contador modelo e moderno” (com uma importância e influência que os jovens cineastas cada vez mais reivindicam, entre eles Ryûsuke Hamaguchi), continuamos curiosos e atentos. À sua obra, filme após filme. Rohmer, sempre.
Quinta, 31 de Março
18h30 e 21h30
CONTO DE PRIMAVERA
Sexta, 1 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE VERÃO
Sábado, 2 de Abril
15h30 CONTO DE VERÃO
18h30 CONTO DE OUTONO
21h30 CONTO DE INVERNO
Domingo, 3 de Abril
15h30 CONTO DE OUTONO
18h30 CONTO DE VERÃO
21h30 CONTO DE PRIMAVERA
Segunda, 4 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE OUTONO
Terça, 5 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE INVERNO
Quarta, 6 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE PRIMAVERA
Quinta, 7 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE VERÃO
Sexta, 8 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE OUTONO
Sábado, 9 de Abril
15h30 CONTO DE PRIMAVERA
18h30 CONTO DE VERÃO
21h30 CONTO DE INVERNO
Domingo, 10 de Abril
15h30 CONTO DE VERÃO
18h30 CONTO DE PRIMAVERA
21h30 CONTO DE OUTONO
Segunda, 11 de Abril
18h30 e 21h30
CONTO DE INVERNO
Terça, 12 de Abril
18h30 CONTO DE PRIMAVERA
21h30 CONTO DE VERÃO
Quarta, 13 de Abril
18h30 CONTO DE OUTONO
21h30 CONTO DE INVERNO
ÉRIC ROHMER OU O GÉNIO DO MODERNO CINEMA FRANCÊS
Contos das Quatro Estações
CÓPIAS DIGITAIS RESTAURADAS
Profundamente ancorados nos anos 1990, mesmo que se adivinhe a influência capital de La Bruyère, os “Contos das Quatro Estações” (1990-1998: Conto de Primavera, Conto de Inverno, Conto de Verão, Conto de Outono) preservam o charme fora de moda e inimitável dos diálogos do cinema de Éric Rohmer, que continua a defender aqui a utilização do som directo. A utilização parcimoniosa da música, geralmente composta por Jean-Luis Valero, fica enriquecida com a aparição, no genérico, do compositor Sébastien Erms, outro heterónimo do autor, em fusão com o nome da montadora Mary Stephen, que também participa na composição. Este último ciclo, centrado naquilo que faz e desfaz os laços entre as pessoas, ressoa com o conjunto da obra e ilumina-o: os sincronismos, os encontros capitais, as cumplicidades espontâneas, o amor à primeira vista. O espectador é atraído pelo jogo de palavras de personagens complexas que mentem, ou se mentem a si próprias, contradizendo-se constantemente. Há duas personagens muito fortes, que se destacam: Melville Poupoud no Verão, interpretando um jovem com um magnetismo sedutor que se deixa conduzir pelo acaso, e Charlotte Véry, uma das personagens mais grandiosas de todo o panteão rohmeriano, a exasperante sedutora do Inverno que faz a aposta absoluta do amor.
Gabriela Trujillo [Cinémathèque Française]
Rohmer reabre-nos o espírito para a pluralidade das pessoas. Há nele a paciência criativa de quem parece estar “apenas” a olhar para o movimento das cores e das formas de cada estação do ano. Tudo isto acontece através de uma metódica observação dos lugares e um infatigável amor pela infinita riqueza das palavras. No cinema de Rohmer, falar está longe de ser uma troca de informações: falar implica o que somos, o que desejamos ser e, por fim, o que não sabemos que somos.
João Lopes, Diário de Notícias
CONTO DE PRIMAVERA
Conte de printemps
de Éric Rohmer
com Anne Teyssèdre, Hugues Quester, Florence Darel
França, 1990 – 1h48 | M/12
Festival de Berlim – Selecção Oficial Fora de Competição
Jean, uma jovem professora de Filosofia, conhece Natacha, que lhe apresenta o pai. “Jeanne apresenta-se como alguém que joga com o desejo, que o domina, que se deixa levar por ele, e que depois o refreia.” (Éric Rohmer)
CONTO DE INVERNO
Conte d’hiver
de Éric Rohmer
com Charlotte Véry, Frédéric Van Den Driessche, Michel Voletti
França, 1992 – 1h54 | M/12
Festival de Berlim – Prémio FIPRESCI
Félicie conheceu Charles durante as férias numa praia da Bretanha e depois perdeu-lhe o rasto, por causa de um malfadado engano. Elise, agora com cinco anos, é o fruto daquele idílio amoroso. E Félicie divide-se entre dois pretendentes, mas continua a amar Charles e, no fundo, a esperar que ele volte. Disse Rohmer: o filme é a história de Félicie com outros dois homens, Loïc e Maxence, e com o fantasma de Charles. Irá ele finalmente aparecer?
Como o cineasta contou em várias ocasiões, a ideia de fazer os “Contos das Quatro Estações” veio-lhe quando assistia, na televisão, à representação da peça “O Conto de Inverno”, de Shakespeare, uma obra sobre o elogio do Tempo, que cura todos os males.
CONTO DE VERÃO
Conte d’eté
de Éric Rohmer
com Melvil Poupaud, Amanda Langlet, Gwenaëlle Simon
França, 1996 – 1h53 | M/12
Festival de Cannes – Un Certain Regard
Durante as férias de Verão, Gaspard, aprendiz de guitarra e estudante de matemáticas, espera que Lena, por quem diz estar enamorado, chegue a Dinard, uma pequena cidade balnear na Bretanha. Mas, entretanto, encontra Margot, que se torna sua amiga e confidente. Numa ida com ela à discoteca, conhece Solène, com quem se cruzará, uns dias depois, na praia. E eis que chega finalmente Lena…
“Eu queria mostrar coisas que não comprometessem o futuro. Queria mostrar algo que escapa normalmente ao contador de histórias, seja ele cineasta ou romancista”, disse Rohmer em entrevista aos Cahiers.
CONTO DE OUTONO
Conte d’automne
de Éric Rohmer
com Marie Rivière, Béatrice Romand, Alain Libolt
França, 1998 – 1h52 | M/12
Festival de Veneza – Prémio Osella, Melhor Argumento
Magali, uma viúva com 45 anos, é viticultora. Gosta do trabalho, mas sofre de solidão depois da partida dos filhos. As amigas querem encontrar-lhe um marido, sem que ela o saiba.

Contos das Quatro Estações de Éric Rohmer – Teatro Campo Alegre

Data

02 - 13 Abr 2022
Expired!

Hora

21:30

Localização

Teatro Campo Alegre
Rua das Estrelas, 4150-762 Porto
Website
https://www.teatromunicipaldoporto.pt/pt/quem-somos/tm-campo-alegre/
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