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Ciclo de Cinema Britânico - Música como ato de resistência

Ciclo de Cinema Britânico – Música como ato de resistência

Música como ato de resistência/ Music as an act of resistance é o título deste ciclo de cinema. São clássicos britânicos para ver durante todo o mês de março, sempre à sexta-feira, a partir das 18h30, na Casa Comum (ao edifício histórico da reitoria da U.Porto). A entrada é livre.

  • Eventos:
    • 01 Março, 18:30
      • Local: Reitoria da Universidade do Porto — Casa Comum
      • Filme: “The Filth and the Fury” de Julien Temple
  • A Casa Comum apresenta “The Filth and the Fury” (2000), de Julien Temple, no âmbito do Ciclo de Cinema Britânico com o nome Música como ato de resistência. Reunida a partir de imagens de arquivo inéditas, recortes raros e muitos detalhes hilariantes da “cultura lixo do pré-punk dos anos 70, este documentário do rock é também uma história social. Entrelaçando uma comovente e inédita entrevista de Sid Vicious com citações contemporâneas dos Sex Pistols sobreviventes, o filme expõe um lado humano da banda nunca antes visto.

 

    • 08 Março, 18:30
      • Local: Reitoria da Universidade do Porto — Casa Comum
      • Filme: “Babylon” de Franco Rosso
    • A Casa Comum apresenta “Babylon” (1980), de Franco Rosso, , no âmbito do Ciclo de Cinema Britânico com o nome Música como ato de resistência. Este filme segue o trajeto de um DJ de reggae, Brinsley Forde, vocalista do grupo britânico Aswad do Ital 1 Lion Soun System, em Brixton, sul de Londres, na era Thatcher. Enquanto persegue as suas ambições musicais, o jovem DJ tem pela frente uma luta feroz contra o racismo e a xenofobia dos empregadores, vizinhos, polícia e extremistas de direita da Frente Nacional.

 

    • 15 Março, 18:30
      • Local: Reitoria da Universidade do Porto — Casa Comum
      • Filme: “Ficaremos com Control” de Anton Corbijn
  • A Casa Comum apresenta”Ficaremos com Control” (2007), de Anton Corbijn, , no âmbito do Ciclo de Cinema Britânico com o nome Música como ato de resistência. Esta biografia do vocalista dos Joy Division conta-nos a história de Ian Curtis desde os tempos de estudante em 1973 até ao suicídio, na véspera da primeira tour americana da banda em 1980. Assistimos ao crescimento de um adolescente, apaixonado por David Bowie, depois influenciado pelo movimento punk, inspirado pelos Sex Pistols, até se tornar numa estrela em ascensão da new-wave. A forma como ia resistindo às diferentes pressões que sentia, a epilepsia, o casamento fracassado, as relações amorosas e a própria banda que dependia dele… Este filme leva-nos a acompanhar um percurso de vida atormentado. Um caminho que levou ao suicídio. Ian Curtis enforcou-se quando tinha 23 anos de idade.
    • 22 Março, 18:30
      • Local: Reitoria da Universidade do Porto — Casa Comum
      • Filme: “24 Hour Party People” de Tom Bruggen e Michael Winterbottom
  • O ciclo termina com um filme icónico sobre um clube que se tornou uma lenda. Às 18h30 do dia 22 de março passa na Casa Comum o 24 Hour Party People (2002), de Tom Bruggen e Michael Winterbottom. Esta comédia dramática biográfica retrata a comunidade musical popular de Manchester entre finais da década de 1970 e a década de 1990. Qual o epicentro de todo este fenómeno? A Factory Records. Começamos com a era punk rock de finais dos anos 1970 e entramos cultura rave e DJ e toda a cena “Madchester” do final dos anos 1980 e início dos anos 1990. É uma dramatização baseada na combinação de acontecimentos reais, rumores, lendas urbanas e o produto da imaginação dos realizadores.

Ciclo de Cinema Britânico – Música como ato de resistência

Data

01 - 22 Mar 2024

Hora

18:30

Localização

Casa Comum
Praça de Gomes Teixeira, 4099-002 Porto
Credito habitacao
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